Emo, punk, forrozeiro, pagodeiro? Qual é a sua?
Venho observando uma manifestação de preconceito contra aqueles que se dizem EMOS, pessoas que curtem o estilo musical com o mesmo nome e que têm como filosofia, por assim dizer, a demonstração de seus sentimentos. Mas qual a causa disto? Podemos por a culpa nos rótulos? As pessoas têm o direito de criticar outros por estres escutarem um estilo diferente daqueles que os agrada? Se falar de sentimentos em suas canções é ser Emo, Amado Batista seria o maior EMO da história, então?
Eu tinha a manida de criticar os pagodeiros, os forrozeiros e os funqueiros. Entretanto, percebi que as pessoas têm gostos divergentes. O que pode ser uma ótima música para vocês, pode ser uma porcaria para mim e vice-e-versa. Mas nem por isso eu sairei batendo nestas pessoas como estão fazendo com os EMOS, principalmente, por parte dos próprios roqueiros. Seria interessante que as mesmas pessoas que hoje discriminam os EMOS, como os punks, tivessem conscientização de que também sofreram preconceito quando o seu movimento ainda estava se formando.
Não estou aqui pra proteger os EMOS, e sim, a música de uma forma geral. Lhes confesso que nem sabia que ritmo era o EMO até ver uma reportagem no Fantástico sobre os mesmos e descobrir, posteriormente, que uma das bandas que admiro, Jimmy Eat World, é enquadra, segundos sites especializados em música, como o All Music, na categoria Emo. Porém, essa banda também é post-grunge e alternativo.
Percebo que o problema, portanto, não se resume ao gosto musical, e sim a aceitar o diferente. É aquela velha questão de rotular somada a intolerância. E isso causa um certo desconforto, pois são pessoas que curtem um ritmo parecido, mas que brigam por futilidades.
Eu, enquanto entusiasta do rock, continuarei ouvindo aquilo que for agradável ao meu ouvido. Pode ser punk, alternativo, indie, britrock, post-grunge, progressivo, hard rock e até EMO.
Eu tinha a manida de criticar os pagodeiros, os forrozeiros e os funqueiros. Entretanto, percebi que as pessoas têm gostos divergentes. O que pode ser uma ótima música para vocês, pode ser uma porcaria para mim e vice-e-versa. Mas nem por isso eu sairei batendo nestas pessoas como estão fazendo com os EMOS, principalmente, por parte dos próprios roqueiros. Seria interessante que as mesmas pessoas que hoje discriminam os EMOS, como os punks, tivessem conscientização de que também sofreram preconceito quando o seu movimento ainda estava se formando.
Não estou aqui pra proteger os EMOS, e sim, a música de uma forma geral. Lhes confesso que nem sabia que ritmo era o EMO até ver uma reportagem no Fantástico sobre os mesmos e descobrir, posteriormente, que uma das bandas que admiro, Jimmy Eat World, é enquadra, segundos sites especializados em música, como o All Music, na categoria Emo. Porém, essa banda também é post-grunge e alternativo.
Percebo que o problema, portanto, não se resume ao gosto musical, e sim a aceitar o diferente. É aquela velha questão de rotular somada a intolerância. E isso causa um certo desconforto, pois são pessoas que curtem um ritmo parecido, mas que brigam por futilidades.
Eu, enquanto entusiasta do rock, continuarei ouvindo aquilo que for agradável ao meu ouvido. Pode ser punk, alternativo, indie, britrock, post-grunge, progressivo, hard rock e até EMO.



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